Comentários sobre o trabalho de Marvio Ciribelli
Marcos Valle, Pianista, Violonista e Compositor
Gosto da mistura de elementos que Marvio Ciribelli usa em sua
música. Gosto do equilíbrio que ele consegue entre
sua formação musical e sua parte intuitiva. Gosto
do Brasil que aparece sempre em seu trabalho. Gosto da alegria
com que ele marca a sua arte. Gosto de Marvio Ciribelli.
Luiz Carlos Antunes, Radialista (" O Assunto é Jazz",
Rádio Fluminense FM)
Desde o primeiro disco Marvio Ciribelli chamou a minha atenção
por um fato muito positivo: personalidade musical. Sua música
ignorou os modismos da época, os efeitos "modernosos"
e se estabeleceu firme e insinuante, internacional, mas sempre
mantendo um invejável sentido de brasilidade. E mais, Marvio
escolhe com admirável argúcia os seus companheiros
de trabalho, músicos que se integram perfeitamente ao espírito
criativo de suas composições.
Ian Guest, Compositor e Educador Húngaro, Fundador do
Centro Ian Guest de Aperfeiçoamento Musical CIGAM
Sua estreita relação com a música vem da
infância, e também seu jeito irreverente com as teclas
(e com as pessoas). Joga as mãos sobre o teclado sem medir
conseqüências, mas sempre conseqüente ao preparar
seu trabalho. Sua fácil comunicação com o
público se dá pelo temperamento extrovertido. Marvio
Ciribelli vem provar que música, antes de mais nada, pode
ser uma interminável brincadeira. E das boas.
Simon Khouri, Radialista (Rádio Imprensa)
... A música de Marvio Ciribelli tem um toque muito pessoal:
lúdica, brilhante, alegre. Parece simples, mas sem ter
nada banal. Seu trabalho tem influências de Luiz Eça,
Antonio Adolfo e Bill Evans, além de Henry Mancini e Abel
Ferreira. Isso tudo com um estilo próprio, efervescente.
Mark "GV" Taylor, DJ da "Soul 24-7", Inglaterra
Marvio Ciribelli continua a tradição de talentosos
pianistas de jazz no Brasil. Aluno de duas lendas da Bossa Nova
e do Jazz, Antonio Adolfo (Trio 3D) e Luiz Eça (Tamba Trio),
Marvio personifica tudo que é especial em músicos
brasileiros, particularmente técnica e arranjos originais.
José Tobias, Cantor
É um prazer muito grande falar de Marvio Ciribelli. Músico
nato, de uma sensibilidade impressionante, ele é uma das
pessoas mais talentosas que conheci durante toda a minha carreira.
Eu pretendo gravar um CD, ao vivo, com todos os arranjos feitos
por ele.
Marvio é fantástico, formidável!
Guto Goffi, Baterista do Barão Vermelho
Marvio Ciribelli é uma figura espetacular e tive o prazer
de conhecê- lo melhor nas jam sessions do bar
Severyna, no bairro de Laranjeiras, durante o ano de 2001 e, de
lá pra cá, tornamo-nos amigos. Marvio é daqueles
caras que batalham o ano inteiro pela música instrumental
brasileira e merece estar escalado para qualquer festival de jazz
do país, não apenas pela beleza de suas composições
mas também pelo time de músicos que o acompanha
em CDs e shows. Dudu Lima, por exemplo, é uma grata revelação
de Juiz de Fora, no contrabaixo. Paulo Williams, super trombonista
de Niterói e o gigante da bateria Marcio Bahia, que vem
emprestado do grupo de Hermeto Pascoal. Marvio, parabéns
pelo excelente disco "Theo e seu tio" e pelo grupo maravilhoso
que formaram para gravar e defender a nossa música pelo
mundo à fora. Um abraço especial nestas quatro cabeças
maravilhosas.
Maurício Figueiredo, Jornalista e Radialista.
"A arte de combinar os sons de maneira agradável".
Assim, de forma simples e objetiva, o grande expoente do iluminismo,
Jean Jacques Rousseau, definiu o que parece inexprimível:
a música. E a música de Marvio Ciribelli se enquadra,
exatamente, nesta concepção. Estudioso, Marvio alia
à inspiração melódica, uma audaciosa
maneira de apresentar suas composições. Com o apoio
de músicos talentosos, vem entusiasmando as platéias
mais exigentes. Marvio vem com um novo tempo, o tempo de quem
sabe.
Ivan Lins, Cantor e Compositor
...Marvio Ciribelli é um pianista, tecladista, arranjador
e compositor com grande criatividade e muito talento. É
autor de ótimos trabalhos. Desejo o melhor para ele.
Luiz Chaves, Baixista do Zimbo Trio
...Marvio Ciribelli merece meu abraço e incentivo.
José Domingos Raffaelli, Jornalista, ex-crítico
de música de O Globo
... Um dos melhores músicos a surgir na última
década é Marvio Ciribelli. Sua música é
uma espécie de fusão contemporânea de ritmos
brasileiros e jazz e demonstra um alto nível de refinamento.
Desde a primeira vez que o ouvi, observei que era bastante promissor,
tanto como instrumentista ou compositor, e ele revelou seu aprimoramento
em todas as áreas, provando que se tornou um artista que
domina por completo seus meios de expressão. Um músico
que alcançou a maturidade.
Renato Guima, Jornalista
Marvio é a cara de Niterói. Ou seja, cabeça,
coração e voz antenados com o mundo, sem fronteiras.
Tem samba, blues e jazz. Choro também há. Mas o
melhor é ouvir a alma gargalhar, querendo dançar.
Anna Paula Lemos, Produtora Cultural (Lumiar) e Jornalista
Todo o trabalho de Marvio Ciribelli vale a pena pela graça,
pelo brilho, pela brasilidade. Os ritmos surgem e se misturam
com a delicadeza de quem brinca, despreocupadamente, com as possibilidades
do instrumento. Marvio é mesmo um forte representante da
música de qualidade e tem a alma leve de quem faz o que
gosta.
Jorge Roberto Martins, Jornalista (Programa Sala de Música,
Rádio Mec)
Marvio, exemplares a sua garra, a sua organização
e a sua crença numa música que encanta a quem ouve.
Mylena Ciribelli, Jornalista
A música de Marvio, meu irmão, me fascina. Ele
consegue uma mistura preciosa de sons. Samba e baião com
jazz e blues. Curto encostar-me ao piano, ouvi-lo compor e cantarolar
junto. Adoro o seu estilo.
Arlindo Coutinho, Jornalista (Jazz + Jazz, Globo FM)
... Marvio Ciribelli, um poeta dos sons, já é parte
integrante da história da música instrumental brasileira.
E fim de papo!
Marília Medalha, cantora, "após assistir um show do projeto Fazendo o que Gosta".
Para Marvio Ciribelli e seus colegas:
Meu agradecimento a você e seus maravilhosos colegas. Me lembrei do Petit Paris (casa de jazz e bossa que existiu, na Praia de Icaraí, Niterói RJ), do Clube Central (também em Niterói), nossas domingueiras com os maiores musicos brasileiros, o jazz, a bossa nova, nossos sonhos, fantasias, tudo de maravilhoso que vivemos nos nossos anos dourados. Sergio Mendes, Tião Neto, Paulo Moura, Maciel e muitos, muitos outros. Siga em frente com essa paixão toda. Parabens!
Comentários sobre o CD "Théo e Seu Tio "
Luiz Carlos Antunes, Radialista
Era só o que faltava! Marvio Ciribelli volta do Montreux
Jazz Festival, penetra na Floresta Urbana e encontra Nazareth
na Confraria. Conclui então que O homem não foi
feito para cair. Toma o sobrinho pela mão e pratica mais
um CD. Toca suas composições sem compromisso com
o "sucesso", visita Chiquinha Gonzaga, como já
fizera com Ernesto Nazareth e produz "sua música"
sem modismos, novidades ou "tendências", reverenciando
ouvidos bem educados. "Theo e seu Tio" marca definitivamente
a maturidade de Marvio Ciribelli.
Roberto M. Moura, Mestre em Comunicação e Cultura
Se há atividade produtiva no país inteiramente
desprestigiada por autoridades federais, estaduais e municipais
é a música instrumental brasileira. As escolas de
música caem aos pedaços, professores e alunos são
mártires que sustentam guetos de resistência que
parecem não interessar a ninguém. A despeito disso,
essa música instrumental atingiu uma maturidade artística
e técnica reconhecida em todo o mundo, uma excelência
e uma qualidade que orgulham a arte brasileira e representam divisas
e identidade nacional.
Uma das razões desse prestígio está no diálogo
permanente que os músicos contemporâneos mantém
com os grandes solistas e compositores do passado um diálogo
que, infelizmente, não se tem visto na mesma proporção
em outras áreas da nossa cultura. Repare-se, por exemplo,
no trabalho do tecladista Marvio Ciribelli, que é extremamente
autoral sem deixar de ser deliciosamente brasileiro. No CD Theo
e seu tio, por exemplo, Marvio não descuida do samba nem
da canção brasileira mas investe também
numa releitura do Corta-Jaca, de Chiquinha Gonzaga, capaz de emocionar
ouvintes de diversas gerações e latitudes. É
disco para exibir com alegria diante dos mais exigentes ouvidos
do planeta.
Ricardo Cravo Albin, autor do Dicionário Cravo Albin de
Música Brasileira
"O novo CD de Marvio Ciribelli transita com coerência
e refinamento estético por vários ritmos brasileiros.
No repertório, suas composições "O xote-blues",
"Orx Samba", o baião "Feiticeira",
o samba-tango "Luz de velas", a balada "Simone",
o baião "Campeão", sua homenagem a Hermeto
Pascoal, duas parcerias com Dudu Lima e Márcio Bahia, o
"Sambaião" e o frevo "Fazendo o que gosta".
Além de duas músicas apenas de Marcio Bahia: "Piratininga"
e "Subindo a serra". Faixas especialíssimas dão
a tônica do disco: "Theo e seu tio", homenagem
de Marvio a seu sobrinho de dois anos de idade, na qual a melodia
é executada pelo baixo acústico, e seu arranjo para
"O Corta Jaca", de Chiquinha Gonzaga, que utiliza um
naipe de 4 trombones e um sax soprano, a partir de uma concepção
moderna que não descaracteriza as idéias originais
da Maestrina. Marvio utilizou seus dois instrumentos preferidos,
piano e órgão, e juntou músicos de boa estirpe
como convidados, tais como: Márcio Bahia (bateria), Dudu
Lima (contrabaixo) e Paulo Williams (trombone), na formação
do núcleo de base que atua em todas as faixas, além
de Marcelo Martins (saxofone), Tino Jr (saxofone), Henrique Manso
Jr.(trompete), Rogério Fernandes (baixo elétrico),
Johnson de Almeida (trombone) e Ronaldo Souza (bandolim)".
Heloísa Tapajós, Socióloga e Pesquisadora
do Dicionário Cravo Albin de Música Brasileira
2002
É um prazer ouvir o pianista, compositor e arranjador
Marvio Ciribelli, muito bem acompanhado pelos depoimentos de peso
da safra "Música instrumental Brasileira/2001":
"Theo e seu tio" uma produção de
bom gosto e muito swing, que traz ainda a talentosa participação
dos convidados Marcio Bahia, bateria, Dudu Lima, baixo, Paulo
Williams e Johnson Almeida (trombones), Tino Jr. (saxofone), Marcelo
Martins (flauta e saxofone), Rogério Fernandes (baixo "fretless"),
Ronaldo do Bandolim e Henrique Manso Jr. (trompete e flugel).
Um disco para quem gosta de música!
Comentários e críticas sobre o CD
"Floresta Urbana"
"Esse disco é uma brilhante experiência, uma
criação inspirada. A delicadeza e musicalidade do
trabalho e a riqueza de ritmos usada com bom gosto e conhecimento
de suas raízes, vêm comprovar a qualidade e sofisticação
da obra Floresta Urbana, de Sidinho Moreira, Alex Malheiros e
Marvio Ciribelli." Gal Costa, Cantora
"O impacto do primeiro CD do trio, formado por Alex Malheiros,
Sidinho Moreira e Marvio Ciribelli, surge como um dos mais espetaculares
trabalhos do world music dos últimos tempos. Em meus 25
anos de mídia e indústria fonográfica, poucos
discos me provocaram o visceral impacto que este Floresta Urbana,
que ouço compulsivamente, provocou. É Brasil? É.
É Congo? É. É Marrakesh? É. É
New York City? É. É genial? É. Sim conheço
o peso dessa perigosa definição. Mas Floresta Urbana
instigou os deuses da genialidade por não temer a floresta,
não temer a Avenida Brasil e, acima de tudo, não
temer a verdadeira e dilacerante música fusion." Luiz
Antonio Mello, Jornalista.
"O CD independente do trio formado por Alex Malheiros (baixo,
violão e voz), Marvio Ciribelli (piano e teclados) e Sidinho
Moreira (percussão e gaita) merece atenção.
Não só por pérolas como Canopy, que é
a famosa Bachiana Brasileira nº 5, e Rio Traffic Jam, como
também pelo excelente trabalho de capa e encarte. Raramente
se vê um trabalho independente de tão belo acabamento,
dando banho em muita coisa dependente. International Magazine.